In the end it's all nice

sexta-feira, outubro 19, 2007

Olha, diz que é uma espécie de top 5

Inspirado neste post da menina 'ganza proponho um desafio aos nossos milhões de leitores.
Digam-me qual é o vosso top 5 de canções para fazer o amor.

13 Comments:

Blogger Mr. S said...

Começo eu só pra desavergonhar os mais envergonhados.
Velvet Underground - Femme Fatale
The Walkmen - Another one goes by
NIN - Closer
Josh Rouse - Christmas With Jesus
Band of horses - The General Specific

Para a pinada com deboche: Patrick Wolf - The Magic Position

3:46 da tarde, outubro 19, 2007

 
Blogger O Puto said...

Lamento desapontar, mas não gosto de ouvir música enquanto me dedico a tais actividades pois distrai-me. No entanto, era menino para elaborar uma compilação a terceiros, caso me solicitassem.
Bem, ouvir o refrão do "Closer" enquanto se faz o amor dá em deboche, de certeza.

4:35 da tarde, outubro 19, 2007

 
Blogger extravaganza said...

ahahahahah

Tu queres crer que estou com o Puto nesta?!? Concordo contigo!! Desconcentro-me mesmo, pá e depois em vez de 3 só tenho 2... :PP

É pró deboche, é pró deboche!

7:29 da tarde, outubro 19, 2007

 
Blogger extravaganza said...

(Ando uma mentirosa do caraças...)

7:30 da tarde, outubro 19, 2007

 
Blogger extravaganza said...

Ok, pronto vá...

O Back Room dos Editors em loop e baixinho! Achas que me fico só por 5 musiquinhas?? :PP

7:31 da tarde, outubro 19, 2007

 
Blogger bebe said...

So Cinco... Isto e muito injusto...

Entao e os tantricos? Nao sao contemplados?

Por existirem homens, que como o Puto, digamos, se desconcentram, ja ha algum tempo que nao tenho banda sonora no acto, mas adorava ouvir She Wants Revenge naqueles dias em que so apetece partir o "bolo" todo...

A eleita claro, "Tear you apart".

Cheers,
bebe

1:24 da tarde, outubro 20, 2007

 
Blogger batukada said...

Muito bom dia a todos. Aqui estão as melhores cinco músicas para fazer o amor:

– Pictures of you, The Cure;
– Sunday Morning, Velvet Underground;
– I Feel You (salvo seja), Depeche Mode;
– Connected (salvo seja), Stereo Mcs;
– PJ Harvey, Angelene.

Música para o deboche: desconheço.

Uma grande semana para todos!

10:46 da manhã, outubro 22, 2007

 
Blogger andalsness said...

How Soon is Now?

5:30 da manhã, outubro 23, 2007

 
Blogger andalsness said...

Agrada-me o carácter profético-positivista dum Everything Will Flow, dos Suede.

De natureza oracular menos optimista (e em alternativa ao clássico Bolero de Ravel mas num mesmo registo progressivo - esse tal do closer) o Bad timing dos dEUS.

Para os mais desprendidos, o In Between Days, dos Cure, poderá ser forma elegante de veicular a mensagem.

Se a coisa ficar séria no que respeita à ausência de esforços cooperativos, talvez um Girlfriend in a Coma, dos Smiths.

De moderado mau gosto diria ser um Heaven Knows I'm Miserable Now, dos Smiths, um Public Service Announcement dos Bravery, um Hard On For Jesus dos Dandy Warhols, o Now That I Miss Her dos Elefant ou o A Forest do Cure.

5:55 da manhã, outubro 23, 2007

 
Blogger strange quark said...

Caramba! Foram-se esquecer do "Je t'aime, moi non plus" do Serge Gainsbourg. Há música mais sensual que esta para este propósito?

Esquecer a versão Marshall que lhe fez perder o Power (ela é mais é Gatas).

12:06 da tarde, outubro 25, 2007

 
Blogger strange quark said...

Não resisto a mandar mais uma laracha: o "How soon is now" era adequada para sessões com coelhos ou ejaculação precoce... :))

12:09 da tarde, outubro 25, 2007

 
Blogger Mr. S said...

SQ, bem visto sim senhores. Muita gente da minha geração deve ter sido concebido ao som do "Je t'aime, moi non plus" do Serge Gainsbourg.
É o hino da procriação! ;)

2:18 da tarde, outubro 25, 2007

 
Blogger andalsness said...

Bom, para alguns, a música sugere o filme homónino (do próprio Serge Gainsbourg e com a própria orgástica Jane Birkin) que versa sobre a vida de um homosexual que vive de lixo, in the middle of fucking nowhere, e que conheçe Johnny, o qual, pelo nome e ar arrapazado, julga ser um belo e jovem empregado de bar (afinal, uma gaja, a Jane Birkin). Assim, deixa o namorado e enceta uma relação (condenada ao fracasso) com Johnny. O filme é excelente. Porém, dado o registo gay pretty much hardcore, vê-lo é condenar a música ao universo do filme, i.e., a todo o espaço que resulta da intercepção do universo total com a negação do universo da cama onde me encontre.

7:28 da manhã, outubro 26, 2007

 

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